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Inteligencia Espiritual

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 INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL

O que você faria se tivesse Um Milhão de Dólares?
postado em: 07/10/2011

Os grandes empreendimentos e grandes invenções nasceram, primeiramente, no campo da imaginação do homem, antes de se tornar uma realidade visível a todos.

O seu sucesso começa na sua própria mente. Um jovem sacerdote de nome Gunsaulus anunciou nos jornais de Chicago que pregaria, em uma manhã de domingo, um sermão sobre o seguinte tema "O Que eu Faria se Tivesse Um Milhão de Dólares!" Esse anúncio atraiu o olhar de Philip D. Armour, o rei dos frigoríficos, que decidiu ir e ouvir o sermão, no qual Gunsaulus traçou o plano de uma grande escola técnica, onde moças e rapazes aprenderiam a vencer na vida, por meio do desenvolvimento de habilidade de pensar, em termos mais práticos do que teóricos; uma escola em que aprenderiam fazendo. "Se eu tivesse um milhão de dólares, disse o jovem pregador, fundaria uma escola assim."

Depois do sermão, o sr. Armour aproximou-se do púlpito e se apresentou ao pregador e lhe disse: "Acredito que você e um jovem capaz de fazer o que diz. Vá ao meu escritório, amanhã cedo, e eu lhe darei um milhão de dolares que você precisa. Há sempre fartura de capital à disposição dos que podem traçar planos fáticos para serem levados a efeito". Foi esse o começo do "Armour Institute of Technology", uma das maiores escolas práticas da América do Norte. A escola nasceu da imaginação de um rapaz cujo nome nunca ultrapassaria os limites da comunidade, em que pregava, se não fosse por sua imaginação mais o capital de Philip D. Armour.

Qualquer pessoa, esteja onde estiver, seja qual for a sua ocupação, sempre encontrará uma oportunidade para ser mais útil e, portanto, mais produtiva se desenvolver a sua imaginação e fizer uso dela. Qual e a realização que você deseja ver amanha implementada? Maos a obra, vá em frente, nunca pense nas dificuldades, imagine quantas pessoas serão beneficiadas com o seu esforço.
 

Confira a nossa motivação em Produzir Riquezas
postado em: 07/10/2011

A Visão e Missão da ENGEMET não são apenas fórmulas e palavras, mas sim um genuíno desejo que vêm do coração dos acionistas. Ter uma visão é enxergar o futuro mesmo ainda estando no presente. Quando olhamos para a visão “uma empresa gerando riquezas” temos que voltar nossos olhos para o futuro. Para onde estamos indo? Tem de ser a inspiração para o dia-a-dia e nosso destino futuro.

A ENGEMET se orgulha em estar gerando riquezas tangíveis e mensuráveis como o desenvolvimento e capacitação de seus colaboradores, os expressivos valores pagos em forma de tributos e impostos, a significativa contribuição na geração de empregos e renda e para a modernidade e crescimento da economia nacional.

Obviamente que a nossa visão de geração de riquezas está focada em resultados econômicos e indicadores de excelência que garantam a sustentabilidade do negócio. A ENGEMET também gera outras riquezas, tais como: paz, alegria, esperança, justiça, integridade, realização de sonhos e um ambiente saudável de convívio.

Na minha visão a maior e melhor riqueza que um ser humano pode alcançar é o privilégio de se relacionar pessoalmente com o criador da vida, Jesus Cristo, pois está é eterna e excede as demais riquezas.

Eu me alegro muito em poder testemunhar vários casos de sucesso e geração de riquezas proporcionadas pela ENGEMET. Emociono-me cada vez que um colaborador compra sua casa própria, um carro ou faz uma viagem inesquecível, ou ainda quando alguém conquista um cargo ou se desenvolve nos estudos.

Mas nada é comparado aos tantos depoimentos de restauração de casamentos, de relacionamentos familiares, de reconciliações e do apoio espiritual em momentos críticos de muitas vidas.
 

Mudando Comportamento através do jeito lean de ser
postado em: 07/10/2011

RUMO A UMA EMPRESA CRIATIVA

Embora algumas pessoas contem com uma aptidão natural para o pensamento criativo, essa habilidade também pode ser desenvolvida por meio de estruturas, ambientes e processos e, acima de tudo, contando com uma gestão eficiente. Esse é o segredo do sucesso de empresas lean, nas quais os gestores contam com a liberdade e os instrumentos necessários para o pensamento lean. A formação organizacional correta é capaz de estimular a expressão criativa dos integrantes mais tímidos e permitir a manifestação dos melhores talentos e do pensamento criativo dos colaboradores. Por outro lado, também é possível que as organizações reprimam a criatividade ao conter as idéias dentro de padrões rígidos, implementando uma cultura capaz de represar a inovação. Assim, embora não seja possível forçar a criatividade, sempre se pode criar um ambiente favorável para seu florescimento. A seguir quatro pontos facilitadores para o jeito lean de ser:

1. Remova os obstáculos e ofereça proteção.
As empresas enfrentam diversos obstáculos, como os processos referentes a orçamento e planejamento, capazes de afetar a criatividade. Como algumas forças presentes nas organizações podem se comportar como “glóbulos brancos” (que se mobilizam para combater “novidades” no organismo), às vezes é preciso proteger os colaboradores mais criativos e suas idéias novas das “defesas corporativas”, que podem inibir a inovação antes que as possibilidades tenham chance de se consolidar.

2. Envolva-se em um ambiente de cooperação.
O teórico das finanças comportamentais e ganhador do prêmio Nobel de Economia Daniel Kahneman afirma que sua bem-sucedida e criativa parceria com o colega Amos Tversky se baseou no respeito mútuo, na paciência infinita e em imensa dose de humor. “Acho que durante 12 anos não paramos de dar risadas”, conta. Apesar de bastante competitivos em outras esferas (os dois concluíram que não podem lecionar juntos, por exemplo), os estudiosos não concorriam quando o assunto era o trabalho intelectual. A disposição e a colaboração aberta foram decisivas para o sucesso no desenvolvimento de algumas das idéias mais criativas na área de atuação da dupla.

3. Ajude as pessoas a separar o joio do trigo.
A capacidade de distinguir os 10% de produção criativa realmente genial dos 90% de pouca valia constitui um talento essencial dos executivos criativos. Esses profissionais devem atuar como “vozes da razão”, o que é um processo delicado não apenas por causa do desafio de administrar os egos dos criadores, mas também em virtude dos muitos exemplos de grandes idéias inicialmente rejeitadas.

4. Saiba compreender e apoiar o processo.
Para estimular a criatividade, os executivos precisam compreender os movimentos, a massa crítica e os pontos de desequilíbrio do processo de desenvolvimento de soluções criativas. Ao reconhecer essas fases, conseguem proporcionar os estímulos corretos no momento adequado. Algumas vezes, as rotinas podem ser importantes para a criatividade. Apesar do mito de que pessoas criativas têm idéias apenas quando a inspiração se manifesta, muitos criadores adotam uma programação rígida para seu trabalho alguns desligam os telefones e se encerram em um ambiente durante determinado período do dia, estando ou não dispostos a criar. A medida não significa que um “expediente” fixo seja uma solução mágica; na verdade, é preciso criar o equilíbrio correto entre estrutura e liberdade. Cabe a eles estabelecer prazos, mas também compreender os motivos para o não-cumprimento.

Aguinaldo Cajaíba.
 

Deus e os Negócios
postado em: 07/10/2011

O Mundo Corporativo tem debatido como nunca antes a Espiritualidade. Deus e os Negócios já não são novidades para os maiores palestrantes do globo. Da Estratégia a Inovação, da Gestão a Motivação, da Governança a Entrega de Valor já existem análises e praticas que associa a espiritualidade como um fator diferencial. Creio que temos boas razões para rever alguns paradigmas, tabus, preconceitos e barreiras quando o tema for Deus e os Negócios. Eu acredito em valorizar o conceito de visão espiritual nas organizações. Como aglomerados humanos permanentes, as empresas são verdadeiras entidades coletivas vivas e, portanto, têm natureza espiritual, quer queiram, quer não. Quando um grupo de pessoas se junta com algum objetivo comum, seja ele qual for, desde fundar uma associação até criar um negócio, elas estão se dedicando a um objeto imaterial, uma idéia, uma intenção, uma vontade, com pensamentos, sentimentos, atenção, trabalho e ações. E, por isso, elas acabam gerando uma cultura, um ambiente, um espírito coletivo. O espiritual está naquilo que é imaterial para a empresa, aquilo que não pode ser apropriado pelos donos do capital, porque está inscrito na essência das pessoas, como idéias, valores, símbolos, conhecimento, informações, que circulam entre elas e no grupo etc. É disso que se alimentam as pessoas, é o que elas procuram: identidade com as demais pessoas, com as empresas, com as marcas, com um ideal, com os produtos, com os serviços. Em minha opinião, a espiritualidade é o grande capital da nossa era, uma megatendência que influenciará, daqui para frente, todas as outras. O espiritual, que também pode ser definido como o impalpável, o simbólico, o tipicamente humano, é o que predominará nas próximas décadas. As artes terão mais valor, a sensibilidade e a beleza serão cada vez mais procuradas, a ética não poderá ser descartada jamais, a verdade e a transparência nas relações serão cada vez mais valorizadas. A espiritualidade nas organizações não deve ser confundida com religiosidade, de modo algum. Essa espiritualidade tem de ser compreendida não a partir do misticismo, mas no seu sentido místico lato, que significa aquilo que não vemos, mas intuímos existir, aquilo que todas as tradições e culturas respeitam como sagrado, como amor, respeito à vida, livre-arbítrio, verdade, bondade, beleza, compaixão, integração e assim por diante. Nessa perspectiva, as organizações tornam-se verdadeiros espaços de aprendizagem e de desenvolvimento, inclusive espiritual, para indivíduos e grupos no presente e no futuro. Na ENGEMET a visão de Geração de Riquezas transita pelo binômio das competências e desempenho e das bênçãos de Deus.

Aderência entre os valores declarados e as atitudes e práticas
postado em: 07/10/2011

Desejo abordar um de nossos valores, a Ética, pois costumo dizer que este importantíssimo valor é como a violeta, tem que ser cuidado, regado, adubado todo dia, senão a plantinha morre, e no caso da Ética, sem praticar fica somente na intenção, na declaração do Código de Conduta. A Ética não é só uma questão moral, mas uma ferramenta de sucesso das boas governanças.

Mesmo que escândalos caseiros sensibilizem mais, nos últimos anos o mundo inteiro assistiu estarrecido a espetáculos de grandes trapalhadas éticas por parte de indivíduos e instituições. Empresas de prestígio vindo abaixo de repente, bancos de saudável aparência maquiando resultados, dinheiro farto correndo por canais escusos. Tantos são os atalhos para chegar a ganhos financeiros rápidos que mesmo pessoas bem-intencionadas podem terminar se perguntando se vale a pena ser ético. Ou, pelo menos, se a ética não nos torna um tanto mais lentos perante a concorrência. As ambigüidades são tantas que às vezes parece meio impensável uma ética de resultados.

Impensável? Nem tanto. Como diz o empresário Paulo Villares: "Uma organização pode ter os melhores princípios éticos e não ter boa governança. Já à recíproca não é verdadeira. A adoção de boas práticas de governança significa adoção de princípios éticos".

A falta de ética pode ter muitas gradações no mercado. Pode ir da "lei de Gerson" (gíria oriunda da frase "Quero levar vantagem em tudo, certo?") ao gol feito com a mão. Mais sutis e mesmo inconscientes são as atitudes de profissionais que mantêm agendas ocultas na empresa. E é incrível como pessoas se comportam como... pessoas, com talentos, experiências, sonhos, mas também com seus ciúmes, suas invejas, broncas e ambições. Ao entrar numa empresa a cada dia, ninguém deixa lá fora seus conceitos, preconceitos, crenças, sua cultura e sua sexualidade. É essa nebulosa gama de sentimentos que forma a agenda oculta e que, às vezes, travestida de profissionalismo, termina influindo na oficial. O que há de ético ou antiético nas agendas ocultas?

Em boa parte dos casos, nossas razões secretas podem ser até inconscientes. Cabe às instituições levar em conta que seus investidores, controladores, acionistas, gestores, funcionários, clientes e fornecedores são, todos, pessoas. Um sistema de gestão é tanto mais inteligente e maduro quanto levar em conta o indivíduo como um todo, com suas agendas claras e também as ocultas. Agendas ocultas: não é esse no Brasil de hoje, o grande desafio de instituições como partidos políticos e até igrejas? A ENGEMET está empenhada em demonstrar a sua Ética através de suas atitudes e práticas do dia-a-dia.